No Bully Portugal

Somos uma Associação sem fins lucrativos, 

fundada em 2016 para prevenir, parar e resolver 

o (cyber)bullying em Portugal. 

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A nossa Visão

Criar um país sem bullying, onde todas as crianças e jovens se possam sentir felizes e seguros.

Os nossos Valores

  • Empatia
    Ver a realidade na perspetiva das outras pessoas
  • Respeito
    Tratar todas as pessoas com respeito
  • Colaboração
    Trabalhar em conjunto por uma missão comum

Apoiar a No Bully

Queres apoiar o combate ao bullying e promover uma sociedade mais bondosa? Podes começar por comprar uma camisola BE KIND 😍 

Televisão e Rádio

  • Rtp1

    2020 - RTP1

    Inês Freire de Andrade e Raquel António falam acerca do trabalho da Associação e dos resultados do estudo feito em 2020, acerca do impacto da pademia no cyberbullying.

  • Cm tv

    2021 - CMTV

    "A questão da brincadeira é a desculpa constante para o bullying" afirma Inês Freire de Andrade, acerca do caso de bullying no Seixal.

  • Embeddedimage (1)

    2018 - TVI

    Isabel e Inês, mãe e filha fundadoras da associação, apresentam o projeto e o que as levou a criá-lo.

  • No bully antena3

    Antena 3 - 2018

    Em conversa com o Fernando Alvim, Isabel e Inês estiveram na Antena 3 a falar sobre o tema do Bullying.

A nossa Missão

Acabar com o bullying nas escolas, ao desenvolver a empatia e a bondade.

A nossa Equipa Técnica

  • 72639696 10219493365300440 2561597213495001088 o
    Inês Andrade
    Gestora e formadora

    É Presidente, co-fundadora e responsável pela implementação dos projetos. 

  • Embeddedimage
    Isabel Freire de Andrade
    Psicóloga e Coach

    É Vice-Presidente, co-fundadora e responsável pelas nossas parcerias estratégicas.

  • Embeddedimage
    Beatriz Amaral
    Psicóloga

    É nossa dinamizadora de sessões de desenvolvimento emocional para jovens.

  • Raquel
    Raquel António
    Psicóloga investigadora

    É a nossa responsável pela avaliação de impacto do nosso trabalho.

Os nossos Consultores

  • 89613655 1491913057652480 649346557769940992 n
    Ana Beatriz Saraiva
    Neuropsicóloga

     É nossa consultora no apoio psicológico a jovens.

  • Regina
    Regina Cruz
    Angariadora de fundos

    Apoia-nos na angariação de fundos.

  • Ana alves
    ana dias alves
    Pediatra

     É nossa consultora na área da Pediatria.

  • Quim
    Joaquim Sousa Gago
    Psiquiatra

     É nosso consultor na área da Psiquiatria.

  • Ricardo
    Ricardo Pereira
    Empreendedor e Programador

    Apoia-nos na área da Tecnologia. 

  • Embeddedimage (1)
    Diogo Freire de Andrade
    Empresário e arquiteto

    Apoia-nos na área dos negócios.

Leve a Empatia para a sua Escola!

O Programa Escola com Empatia é um programa de prevenção e resolução do (cyber)bullying, que capacita toda a comunidade escolar através de várias formações. 

O que é o bullying?

Para uma agressão ser considerada bullying, é necessário haver:

  • Uma relação entre pares: colegas de idades semelhantes (e não entre adulto-criança, ou colaborador-chefe, por exemplo);
  • Um desequilíbrio de poder: os bullies usam o seu poder físico ou social para controlar ou magoar outros.
  • Repetição: acontecem mais do que uma vez, ou têm um fator multiplicador, como o das redes sociais.

O bullying é diferente de uma brincadeira ou de um conflito entre pares e deve ser resolvido de forma diferente!

 Tipos de bullying:

  • Bullying físico - usando a força física para magoar outro, ao bater, empurrar, pontapear ou roubar;
  • Bullying verbal - usando palavras para humilhar outro, ao ameaçar, insultar, ou ridicularizar.
  • Bullying relacional - isolando o colega do grupo, espalhar rumores, ou usá-lo como bode expiatório.
  • Cyberbullying - usando os telemóveis, emails, chats e social media para fazer bullying a outro. 

A sua criança está envolvida em bullying?

Nós podemos ajudar. Saiba aqui como atuar.

Que papéis existe no bullying?

Em cada situação de bullying, as pessoas envolvidas desempenham certos papéis. Estes podem manter-se ao longo do tempo ou mudar.

  • Alvos

    Quem sofre o bullying.

    Podem precisar de ajuda a aprender a responder ou de proteção, até que os bullies parem. 

    Podem ter danos físicos, depressão, ansiedade, transtornos alimentares, vergonha extrema e tendências suicidas.

  • Bullies

    Quem pratica o bullying.

    Procuram ter poder sobre os colegas e protagonismo no grupo.

    Precisam de ajuda para alterar a sua atitude, para evitar que leve a absentismo escolar, abuso de drogas, violência no namoro e abuso sexual. 

  • Apoiantes do Bully

    Quem dá força os bullies.

    Não são quem faz o bullying, mas apoiam o bully, ao rir-se com ele. Procuram aceitação do grupo ou proteção.

    Pode levar a absentismo escolar, abuso de drogas, depressão e ansiedade.

  • Observadores

    Quem assiste ao bullying.

    Estas pessoas permitem que o bullying continue ao serem passivos, por medo ou desinteresse.

    Pode levar também a absentismo escolar, abuso de drogas, depressão e ansiedade.

  • Líderes positivos

    Quem apoia e defende os alvos.

    Dão apoio aos alvos, denunciam o bullying e fazem frente aos bullies, por sentirem empatia por quem está a sofrer e serem corajosos.

    Pode levar a maior auto-confiança, aprendizagem e competências sociais.

A sua organização quer combater o bullying?

Saiba como a sua organização pode fazer a diferença ao apoiar o trabalho da No Bully Portugal.

Quantos jovens estão envolvidos em bullying em Portugal?

  • 46% envolvidos
  • 38% sofreram

  • 31% fizeram

 

Prevalência

A maior parte do bullying acontece entre os 2º e 3º ciclos do ensino básico. 

Os tipos mais comuns são o bullying verbal e social.1 

Fenómeno de grupo

O bullying geralmente envolve grupos que se apoiam mutuamente de modo a intimidar outros. 

Raramente é uma simples interação entre duas pessoas. 2

Percepção dos adultos e jovens

Muitas vezes as experiências de bullying dos jovens e a perceção dos adultos são diferentes. 

Adicionalmente, os adultos tendem a não saber como agir mesmo reconhecendo situações de bullying.3 

Evolução no tempo

Há uma crescente consciencialização do problema do bullying, o que pode levar alguns a acreditar que o bullying está a aumentar. 

No entanto, estudos sugerem que as taxas de bullying podem estar a diminuir.

  • redes sociais

  • email

    geral@nobully.pt
  • Localidade

    Lisboa
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